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Restaurações de amálgama: Como removê-las? É necessário removê-las?

Em atenção ao pedido do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), o conselheiro e membro da Câmara Técnica de Dentística, Camillo Anauate Netto, produziu, em co-autoria com Ricardo Amore (CD 41.331), um documento esclarecedor sobre a questão das restaurações de amálgama de prata. Por muito tempo, esse material foi amplamente utilizado na Odontologia para restaurar dentes posteriores e ainda é bastante comum encontrar pessoas com esse tipo de restauração, mesmo que existam alternativas estéticas para esse fim. 


O documento elaborado pelos cirurgiões-dentistas aborda a eficácia, aparência, durabilidade, custo e segurança ao organismo humano, alguns dos aspectos discutidos na comparação entre as restaurações de amálgama e de resina composta, e também um protocolo suficiente e seguro para remover estas restaurações quando necessário .

 
As evidências científicas apontam: as restaurações de amálgama são sim seguras. Mas, por que então a polêmica sobre o caso? Venha entender mais no artigo, clicando aqui

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