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Coordenadoria de Saúde Bucal do Ministério da Saúde promove programação especial no CIOSP

A coordenadoria de Saúde Bucal do Ministério da Saúde participou
do 36º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP) com uma
programação especial. Em seu estande, prestou atendimento, e no auditório,
Saúde Pública, promoveu palestras e debates.

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) esteve
presente no encontro realizado no auditório, em 03.02, representado pelo
secretário geral, Marco Manfredini. Na ocasião, a coordenadora geral de Saúde
Bucal, Livia Maria Almeida Coelho de Souza, apresentou o panorama e as
perspectivas da PNSB 2017/2018.

No último ano, a coordenadoria contemplou 1.878 municípios com
recursos para equipamentos odontológicos e credenciou 3.045 equipes de saúde
bucal, dentro do programa Saúde da Família. “Mesmo em meio à crise econômica,
conseguimos um crédito suplementar que resultou nesses investimentos”, alegou a
coordenadora.

Além de apresentar os números de 2017, ela também falou das
projeções para 2018. Entre elas estão qualificação da gestão dos Centros
Odontológicos (CEOs), aperfeiçoamento do monitoramento do conjunto de
estratégias da Política de Saúde Bucal e realização de oficinas sobre o SB-
2020 – levantamento Epidemiológico em Saúde Bucal.

O secretário do CROSP, Marco Manfredini, também sugeriu na
oportunidade encaminhamentos para a realização da 4ª Conferência Nacional de
Saúde Bucal. “Face à dificuldade em se realizar esta Conferência nesse ano,
devemos defender a realização deste 
evento em 2019. Tenho claro que essa não é uma atribuição da
Coordenadoria, e sim do Conselho Nacional de Saúde, mas formulo a sugestão de
que a Coordenadoria Geral de Saúde Bucal do MS também se posicione nesta
direção”.

Manfredini comentou ainda sobre as discussões em torno da gestão
do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com ele, os encontros têm contado,
cada vez, mais com a presença de gestores das três esferas políticas, mas sem
muita participação dos profissionais e usuários. ” A unificação dos blocos
de financiamento exigirá uma presença maior dos profissionais da Odontologia
nos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde, para garantir recursos
para a manutenção e ampliação do Brasil Sorridente. Se não tivermos o apoio dos
usuários e dos trabalhadores do SUS, isto não ocorrerá”.

Na programação elaborada pela coordenadoria para o CIOSP, a
intenção foi de também trazer esses profissionais para o debate. Tanto é que
entre as palestras apresentadas, foram abordados temas como “Experiência
estadual na implementação da PNSB. 
Discussão sobre as perspectivas e atuação do estado na Rede de Atenção à
Saúde Bucal, avanços e desafios” e “Panorama e experiências da Unidade
Odontológica Móvel (UOM) e do Consultório na Rua no Estado de São Paulo”.

As palestras

Ministradas pelas coordenadoras municipais de Saúde Bucal, de
Piracicaba e São Paulo, Dirce Aparecida Valéria da Fonseca e Doralice Severo da
Cruz, respectivamente, as atividades trouxeram experiências de sucesso no
atendimento público.

Dirce apresentou uma linha do tempo das ações de saúde bucal no
município, apontou a importância das parcerias com as instituições de ensino da
cidade e da cobertura de atendimento.

Em sua palestra, Doralice, apontou um cenário ainda mais difícil,
o da população em situação de rua. Ela comentou os desafios na prestação de
atendimento a este público, que muitas vezes apresenta outros problemas sérios
de saúde como transtornos mentais severos, dependência do álcool e outras
drogas.

Por outro lado, a palestrante apontou que a preocupação com a
saúde bucal está no topo da lista desta parcela da população.

 

 

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