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Alterações bucais podem facilitar diagnóstico precoce de leucemia

Durante
o mês de fevereiro, a campanha de combate à leucemia ressalta a prevenção, como
a realização de exames de rotina, bem como a importância da doação de medula
óssea. As(os) cirurgiãs(ões)-dentistas devem estar atentos às manifestações
bucais que a doença pode causar e assim, facilitar o diagnóstico precoce. 

Mesmo
para profissionais com anos de experiência no assunto, diagnosticar doenças por
meio de manifestações bucais, como a leucemia, é uma tarefa árdua, portanto, é
importante avaliar cuidadosamente todas as regiões da boca do paciente,
principalmente na primeira consulta.

Sintomas
como, sangramento e hiperplasia gengival, petéquias e equimoses (manchas
brancas e vermelhas) podem indicar que o paciente está com leucemia. A(o)
profissional também deve estar atento a manifestações sistêmicas comuns, como
fadiga, febre baixa constante, anemia e manchas arroxeadas nas pernas (como
hematomas).
 

A(o)
cirurgiã(o)-dentista tem funções importantes em todas as etapas do tratamento
oncológico, por exemplo, junto à equipe de enfermagem promoverá o controle e a
manutenção dos hábitos de higiene oral do paciente. Outro trabalho em equipe é
a prevenção e o controle dos efeitos colaterais que possam surgir durante o
tratamento, como atrofia epitelial, o que deixa a mucosa bucal com bolhas e
brilhante. Seu rompimento provoca úlceras dolorosas e pode facilitar a entrada
de microorganismos que provocam infecções.
 

Após
o tratamento, os pacientes devem continuar a reabilitação odontológica, a fim
de evitar sequelas como hipodontia, microdentes e alterações maxilares.

Leia mais sobre o tema na reportagem da edição 7
da Revista do CROSP, clique aqui.

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