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41° CIOSP: Rita Silva ensina como deve ser feito o pagamento para cirurgiões-dentistas parceiros

Os profissionais aprenderam como calcular a divisão de valores para ter a melhor margem de lucro para as clínicas

Na tarde do terceiro dia do Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), a cirurgiã-dentista e especialista em contabilidade para este setor, Dra. Rita Silva, explicou para o público de que forma as clínicas devem fazer os pagamentos de profissionais parceiros e como a precificação é um componente importante nesse processo para uma boa margem de lucro.

Dra. Rita tem uma forte presença no nicho de gestão financeira para cirurgiões-dentistas nas redes sociais. E, na palestra, fez uma apresentação mostrando as vantagens e desvantagens de cada possibilidade de divisão de valores, além de explicar a forma tributária correta para repassar o dinheiro ao parceiro. “Se eu erro na gestão, vai diminuir a lucratividade”, ressalta a especialista ao falar sobre a importância de uma boa administração.

Pagamentos

Mesmo reforçando que “não existe uma receita de bolo” para saber qual a melhor forma de pagar um parceiro, Rita mostrou e explicou como utilizar as quatro possibilidades de pagamento. A primeira foi a contratação no formato CLT, na qual a clínica tem um vínculo empregatício com o cirurgião-dentista, o que garante uma segurança trabalhista baseada nas leis. Mas, segundo a contadora, essa é uma das formas menos utilizadas devido ao alto custo que envolve direitos como 13° salário e outros benefícios.

Outra modalidade é o pagamento por diária, que conta com um valor fixo proposto pelo parceiro e é comum em clínicas que possuem grande volume de pacientes ou franquias. O benefício é o baixo custo para o consultório, mas a desvantagem está na falta de estímulo para o profissional, uma vez que o valor permanece o mesmo independentemente da quantidade de atendimentos.

O valor fixo por procedimento, de acordo com Rita, é uma das formas de pagamento mais utilizadas pelas clínicas, já que possui um custo mediano e tem segurança trabalhista. A última modalidade, baseada na porcentagem, é a mais adotada porque estimula mais os profissionais, mas, por outro lado, podem acontecer erros na hora do pagamento.

Transferência de valor

O lucro em cima de um valor recebido “tem que ser rentável para as duas partes”, pontua a contadora. Foi mostrado também de que forma deve ser feita a divisão dos valores baseando-se no lucro, que seja justo tanto para a clínica quanto para o parceiro, pensando em todas as despesas fixas e variáveis que terá ao longo dos meses.

A divisão deve considerar a parte tributária da parceria, levando em conta os impostos em cima do valor. Dividir a nota com o parceiro pode ser uma forma de diminuir a tributação e ainda assim se manter dentro das normas de pagamento. 

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