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Informativo

21/6 - O que fazer caso o paciente recuse a passar informações na anamnese?

21/06/2021 às 14:30

Reunir informações sobre a condição de saúde de um paciente é fundamental para o diagnóstico bucal e consequente tomada de decisão sobre qual tratamento odontológico seguir, já que doenças pré-existentes podem influenciar o sucesso da terapia adotada. Porém, há situações em que o paciente pode dificultar a coleta desses dados, prejudicando a avaliação clínica. O assunto é tão importante que foi abordado na 14ª edição da Revista do CROSP.

De acordo com o artigo 5º, inciso V, do Código de Ética Odontológica, o cirurgião-dentista pode renunciar ao tratamento em qualquer situação que prejudique seu desempenho profissional, como é o caso quando o paciente nega informações essenciais da própria condição de saúde. Mas, essa medida só é recomendada caso tenham sido esgotadas as outras alternativas para convencer e sensibilizar o paciente sobre a importância de fornecer todos os dados de saúde, como uma conversa explicando as possíveis consequências da omissão.

Ainda assim, se optar por interromper o tratamento, o cirurgião-dentista deve comunicar as informações sobre os procedimentos realizados tanto para o paciente quanto ao colega que suceder o trabalho.

Clique aqui para ler na íntegra o artigo completo publicado na edição 14 da Revista do CROSP.

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21/6 - O que fazer caso o paciente recuse a passar informações na anamnese?

21/06/2021 às 14:30

Reunir informações sobre a condição de saúde de um paciente é fundamental para o diagnóstico bucal e consequente tomada de decisão sobre qual tratamento odontológico seguir, já que doenças pré-existentes podem influenciar o sucesso da terapia adotada. Porém, há situações em que o paciente pode dificultar a coleta desses dados, prejudicando a avaliação clínica. O assunto é tão importante que foi abordado na 14ª edição da Revista do CROSP.

De acordo com o artigo 5º, inciso V, do Código de Ética Odontológica, o cirurgião-dentista pode renunciar ao tratamento em qualquer situação que prejudique seu desempenho profissional, como é o caso quando o paciente nega informações essenciais da própria condição de saúde. Mas, essa medida só é recomendada caso tenham sido esgotadas as outras alternativas para convencer e sensibilizar o paciente sobre a importância de fornecer todos os dados de saúde, como uma conversa explicando as possíveis consequências da omissão.

Ainda assim, se optar por interromper o tratamento, o cirurgião-dentista deve comunicar as informações sobre os procedimentos realizados tanto para o paciente quanto ao colega que suceder o trabalho.

Clique aqui para ler na íntegra o artigo completo publicado na edição 14 da Revista do CROSP.